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A Deus Curitiba








Te entrego a Deus Curitiba

Cidade que sempre nos pariu

Pra dentro

Que sempre fez vista grossa

E um olhar sonolento

De todos tão iguais e todos

Separados cruelmente

Do olhar longe de

E a resposta gemendo em silêncio

Não fale com estranhos

Mas por favor

não se assuste no espelho

Acho que já faz tempo que o outro

Não te consegue mostrar você mesmo

Aqui aprendo a morrer e peço

Não me mostre vida em polvorosa

Porque eu verso sobre ficar na minha

Só pra não sair de moda.



Julio Urrutiaga Almada In De Olho: Embriagado

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Copiei e bloguei, meu caro amigo. Mande a conta, mas pegue leve: sou apenhas um aposentado sem eira nem beira.
http://prcequinel.blogspot.com.br/2014/10/te-entrego-deus-curitiba.html

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