Cómo somos
Infecundo nudo, o será fecundo, en las entrañas,
¿De la tierra fascinante, presa a nosotros?
La corriente medula y somos solos,
Millones de soles pequeños enfriando.
La playa que faro lejano
De alas arenosas, erguidas.
Verdes, son los ojos, que busco,
En ese mar de alas arenosas.
La playa que luna transpuesta
Fuente de sorpresas inaccesibles.
Aguas, cráteres inexistentes, de las risas,
En la distancia, de suspiros infranqueables.
La playa que verso verdugo.
Las arenas emigran, así quiero
El mar, que deposita, los secretos
Misterios, en los ojos que traigo.
Historinha Comprei uma flor assassina Dessas que te grudam os espinhos Dessas que te olham de mansinho Dessas que nunca dizem jamais E foi em uma tarde de abril Eu: o homem de outubro Eu que maio esperava Para observar junho. Comprei uma flor assassina Diziam não perca a oferta. E hoje a noite é longínqua. E hoje a flor é incerta. E hoje –o amanhã do ontem- Me olha e me compra. Eu que dizia: não estou à venda. Eu de olhos abertos: Aparo com as mãos cortadas: Meu coração de desertos. Julio Almada do Livro Em um Mapa sem Cachorros Mais textos: www.bloguerocoisanenhuma.blogspot.com

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