Skip to main content

Caderno de Ontem em Curitiba






Lançamento em Curitiba

Data:13/12/2015
Horário: 10:00 - 13:00
Local:Feira do Poeta - Largo da Ordem - Curitiba


O Livro Caderno de Ontem - Livro de Contos Curtos, 102 páginas
Este Livro tem em torno de 90 narrativas curtas, escritas na sua maioria, na livraria da travessa na travessa do ouvidor no Rio de Janeiro.Outras narrativas foram escritas em cafés aqui em Curitiba. São Textos de 2006.
Leia um dos contos:
Esperanças
Uma grande fortuna é uma grande servidão.
(Séneca)
Pode a pá do ventilador, esquartejar minha solidão e, exterminá-la com sabedoria ou qualquer sábia demência?
Ou minha queda entre um vão de pedra e os nefastos gritos ao redor: libertar-me do que sou e não gosto?
É o tempo do medo da morte ser mais macabro que a própria morte.
Julio Urrutiaga Almada
-----------------------------------------------------------------------------------



Julio Urrutiaga Almada é poeta, professor, tradutor literário e dramaturgo. Transeunte do Mundo. Identificado com a realidade latino-americana. Geminiano com ascendente em peixes e lua em câncer. Livros: Proesia(1984,Feira do Poeta -FCC), Instantâneo Enlace (Poesia Reunida -diversas fases - 2003) inédito, Livro dos Silêncios (2006,Editora Corifeu), Arde (Em Español, 2006) inédito, Poemas Mal_Ditos(2007,Ed. do Autor), Poemas Mal_Ditos (2009,2ª Ed. Alternativa), Em um mapa sem Cachorros (2009, Ed. do Autor), Beira do Caminho (Poesia Reunida - 2010,Ed.Do Autor), Hora Tenaz (2012, Ed. do Autor), Máquina de Moer Carma (2013, Ed. do Autor), O amor é um precipício do cão (2014,Ed.do Autor),Caderno de Ontem (2015) , De Olho : Embriagado (2009,Ed.Autor), O Dia da Perdiz (em fase de conclusão). Tradução: EL RIO de Javier Heraud, traduzido para o Português e editado pela EDITORA CPEC - LIMA(Perú). Apresentou o livro EL RÍO na Feira Literária - FIL-LIMA em julho de 2010.

----------------------------------------------------------------------------------------

Comments

Popular posts from this blog

O caderno felino do suicida - W. Teca

Posfácio  Julio Urrutiaga Almada  Inevitável, será ou seria, começar esta apreciação, citando ou se exercitando como um felino, depois de tanta embriaguez literária ou à moda Baudelaire, qualquer embriaguez que nos salve desta tacanha quase existência ou reflexão disforme. Mas, nada nos salvará. E acredito que só a felina vontade de impor-se nos impostará a voz até onde seja devido ou buscado. Começo a felinear pelo livro, bem fodido, às 6 da manhã. De quem não deseja oferecer-nos a poesia como comida rápida, devemos esperar Hemistíquios conectando-nos à montanha-russa do poeta feito à forja do dia a dia e respirando tradição que luta para reinventar-se. Nem poeta certificado de escritório, nem transeunte que se esqueceu em alguma esquina já tomada pelos donos da terra. Poesia viva reivindicando soar como música e ser vista como baile. E escuto do Poeta os primeiros versos a girar em meu oficio de leitor:  nunca fui capaz de ter um plano nesta terra redonda e [chata sou a...
Valéria “Parecemos tão livres - e estamos tão encadeados... “ ( Robert Browning) ...a cada dia uma mulher diferente, as pequenas flores circundavam as brancas maiores, pequenas e espiraladas, um estilizar de pétalas imitando o labirinto no vestido. Não há como evitar a ilusão de múltiplos caminhos - de todas as imagens, labirintos: espirais, angulares, retilíneos - detentores de no máximo duas ou três reais saídas, para os começos despercebidos. Sua maneira de ser todas as mulheres que ela era: superava expectativas e barreiras. O cabelo tinha cores metamórficas, brotadas de si mesmo. O tom do corpo era o da sua alma, alçando vôo ou arremessada. Os lábios de mordiscar-se acendiam rubras faces. E não havia movimento de dança mais inusitado do que a forma renovada de suas sobrancelhas. Nela vi e perdi de vista: muitas mulheres. Outonais ou primaveris, escandalizando ou escandalizadas e como não poderia deixar de ser, entre o modo de ninguém e de todas, havia no seu olhar a ...

Máquina de Moer Carma

O Poema fôlego: Máquina de Moer Carma, virou poema livro com seus 320 e tantos versos. Leia o começo, é um meio de querer ir até o fim: Máquina de Moer Carma Quero essa poesia morta De orelha a orelha Nós que não teremos paraíso Não quero o aviso Insosso De nenhum Bom Sense Sem inocência Que virou almoço Ou lugar-tenente De algum lumpem inteligentsia Quero ao menos A suja fossa limpa E a sincera indecência O sistema de moer almas Nos quer desprovidos De qualquer amor À narina Desprovidos da Arte do cheiro Ao inalar morte marinha Sugamos com desespero Fuligem e honraria Por falta de fome e exemplo Sou ainda o mesmo homem Nome extenso pra guarida Solidão pra passatempo Comendo o momento Me empanturro de futuro E embriagado de ar Nada me dói, eu juro E mais pra dizer, diria O desuso do silêncio Há freio no amor puro E excesso de conselho Em excesso sem belo Estátuas de sol Ex-tratos humanos A te...