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Sou um Escritor independente transitando por várias expressões, inclusive o teatro e a música.Atuei como professor e tradutor literário.Estava trabalhando em uma empresa até Outubro do ano passado, porém fui demitido.Tenho Tentado continuamente um novo trabalho regular, mas atualmente tenho várias limitações para produzir e ter resultados financeiros com meu trabalho direto, devido a um problema de saúde mental que meu filho enfrenta há 4 anos. Há progressos e está realizando tratamento(mas ainda tem crises frequentes em trajetos,mesmo tratando-se de ir e voltar do tratamento e isso exige dedicação quase exclusiva.uma alternativa seria contratar um acompanhante terapeutico e isso custa bastante), preciso encontrar alternativas para dar continuidade ao tratamento, assistência a ele e sobrevivermos.Pago aluguel e todas as demais despesas.Tenho tido dificuldades com o transporte dele(ele tem crises dentro de onibus) pois isso causa transtornos e acabo tendo que dedicar-me em tempo integral. Para viabilizar a contratação de um acompanhante terapêutico, preciso de ajuda. 



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Posfácio  Julio Urrutiaga Almada  Inevitável, será ou seria, começar esta apreciação, citando ou se exercitando como um felino, depois de tanta embriaguez literária ou à moda Baudelaire, qualquer embriaguez que nos salve desta tacanha quase existência ou reflexão disforme. Mas, nada nos salvará. E acredito que só a felina vontade de impor-se nos impostará a voz até onde seja devido ou buscado. Começo a felinear pelo livro, bem fodido, às 6 da manhã. De quem não deseja oferecer-nos a poesia como comida rápida, devemos esperar Hemistíquios conectando-nos à montanha-russa do poeta feito à forja do dia a dia e respirando tradição que luta para reinventar-se. Nem poeta certificado de escritório, nem transeunte que se esqueceu em alguma esquina já tomada pelos donos da terra. Poesia viva reivindicando soar como música e ser vista como baile. E escuto do Poeta os primeiros versos a girar em meu oficio de leitor:  nunca fui capaz de ter um plano nesta terra redonda e [chata sou a...
Valéria “Parecemos tão livres - e estamos tão encadeados... “ ( Robert Browning) ...a cada dia uma mulher diferente, as pequenas flores circundavam as brancas maiores, pequenas e espiraladas, um estilizar de pétalas imitando o labirinto no vestido. Não há como evitar a ilusão de múltiplos caminhos - de todas as imagens, labirintos: espirais, angulares, retilíneos - detentores de no máximo duas ou três reais saídas, para os começos despercebidos. Sua maneira de ser todas as mulheres que ela era: superava expectativas e barreiras. O cabelo tinha cores metamórficas, brotadas de si mesmo. O tom do corpo era o da sua alma, alçando vôo ou arremessada. Os lábios de mordiscar-se acendiam rubras faces. E não havia movimento de dança mais inusitado do que a forma renovada de suas sobrancelhas. Nela vi e perdi de vista: muitas mulheres. Outonais ou primaveris, escandalizando ou escandalizadas e como não poderia deixar de ser, entre o modo de ninguém e de todas, havia no seu olhar a ...
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