Skip to main content

Ajude o escritor e receba um livro eletrônico


Sou um Escritor independente transitando por várias expressões, inclusive o teatro e a música.Atuei como professor e tradutor literário.Estava trabalhando em uma empresa até Outubro do ano passado, porém fui demitido.Tenho Tentado continuamente um novo trabalho regular, mas atualmente tenho várias limitações para produzir e ter resultados financeiros com meu trabalho direto, devido a um problema de saúde mental que meu filho enfrenta há 4 anos. Há progressos e está realizando tratamento(mas ainda tem crises frequentes em trajetos,mesmo tratando-se de ir e voltar do tratamento e isso exige dedicação quase exclusiva.uma alternativa seria contratar um acompanhante terapeutico e isso custa bastante), preciso encontrar alternativas para dar continuidade ao tratamento, assistência a ele e sobrevivermos.Pago aluguel e todas as demais despesas.Tenho tido dificuldades com o transporte dele(ele tem crises dentro de onibus) pois isso causa transtornos e acabo tendo que dedicar-me em tempo integral. Para viabilizar a contratação de um acompanhante terapêutico, preciso de ajuda. 



Contribua com R$ 10,00 e receba um livro eletrônico contendo a seleção de poemas de 5 livros meus escritos até 2010.
Para contribuições no valor de R$ 25,00 posso enviar um exemplar do livro Em um mapa sem cachorros.
Também serão aceitas contribuições maiores.

O depósito pode ser feito na seguinte conta:


Caixa Econômica Federal Agência:0217 operação:013 Conta:00417760-8 aparecerá o nome Marco Antonio de Moraes e Silva Filho:está correto:


Julio Almada é um pseudônimo.

Feito o depósito me mande um e-mail para


almadalivros@yahoo.com.br



Para quem preferir o depósito pode ser feito online via 

Paypal:Só mandar um e-mail para 

almadalivros@yahoo.com.br e eu informo o link do PayPal

:







Comments

Popular posts from this blog

O caderno felino do suicida - W. Teca

Posfácio  Julio Urrutiaga Almada  Inevitável, será ou seria, começar esta apreciação, citando ou se exercitando como um felino, depois de tanta embriaguez literária ou à moda Baudelaire, qualquer embriaguez que nos salve desta tacanha quase existência ou reflexão disforme. Mas, nada nos salvará. E acredito que só a felina vontade de impor-se nos impostará a voz até onde seja devido ou buscado. Começo a felinear pelo livro, bem fodido, às 6 da manhã. De quem não deseja oferecer-nos a poesia como comida rápida, devemos esperar Hemistíquios conectando-nos à montanha-russa do poeta feito à forja do dia a dia e respirando tradição que luta para reinventar-se. Nem poeta certificado de escritório, nem transeunte que se esqueceu em alguma esquina já tomada pelos donos da terra. Poesia viva reivindicando soar como música e ser vista como baile. E escuto do Poeta os primeiros versos a girar em meu oficio de leitor:  nunca fui capaz de ter um plano nesta terra redonda e [chata sou a...

Joven con atrofia en el Lobulo Frontal, necesita de ayuda. En Ecuador.

  Entiendo perfectamente la difícil situación por la que atraviesan muchas personas. Soy escritor, dramaturgo, docente y traductor. Soy muy conocido y todo los que me conocen saben que soy una persona muy seria y responsable. Tengo un hijo de 27 años que ha estado en tratamiento psiquiátrico durante diez años, habia mejorado mucho pero durante la cuarentena hasta julio del año pasado su cuadro se ha empeorado. Está internado en el hospital de neurociencias por seis meses y ahora también tiene atrofia del lóbulo frontal del cerebro. Necesito de ayuda, pués ahora el requiere más ayuda profesional, de cuidador y terapia. Ya no puede quedarse tampoco allá y necesita los cuidados mencionados. Quien no puede contribuir económicamente, podrá ayudar compartiendo. Muchas Gracias por la empatía y la sensibilidad de todos. Quienes puedan ayudar, Por favor enviar un correo a juliourrutiaga@gmail.com y les informaré la cuenta en Ecuador. Gracias
Esta cinza pálida. fria,enrijece, intimida Obtura silêncios em meu silêncio dita a luz é uma maneira de calar a rua Eu,imerso,diluindo em um calo morte vi de calçadas temperaturas surgindo o rosto nu do que sabia a infinitos Não há pior companhia que a minha mas é a única falta que me completa a distância do que não sou e o grito do estar a sós e só esperaria se a espera não fosse colo norte os mapas de peles passadas almiscarados sem máscaras mas não exalam o que sugeriam não inflamam o que queimaram não ruborizam o que marcaram não assaltam o que queriam imbuídos de findar-se foram-se findados imbuiram-se de amanhecer suas noites fortes de flamear seus dias turvos de enrijecer seus olhos moles de armar seus ritos rudes findos enfeiaram-se lindos e novos novidades sem sentido abriram seus músculos robados seus sorrisos próteses sas não palavras sinceras espadas parca esparramaram a fome poca pouco falada a fome pouco pouco saciada pouca gente ouvi falar e falava a fome p...