Skip to main content







Sofri um acidente retornando de um evento na madrugada de 04/01 e passei por uma cirurgia do úmero fraturado em três partes com deslocamento do ombro:Ficarei ainda mais de dois meses com imobilização(estou entrando na segunda fase da recuperação, procedimento de retirada dos fios de aço e fisioterapia) e não poderei participar de eventos que são parte fundamental de meu trabalho.


Então, farei uma publicação de um Livro selecionando poemas de vários livros meus e necessito da contribuição de todos para viabilizar isso. Pode contribuir com 5,00 com 10,00 ou mais se quiser.



Enviarei um livro poemas mal_ditos ou Em um Mapa sem Cachorros para quem já tiver o mal_ditos por e-mail para todos que contribuirem! Se cada um ajudar com um pouco a meta logo será atingida,poderei enfrentar esse problema que ocorreu e todos poderão conhecer um pouco do meu trabalho recebendo um livro meu por e-mail com custo baixo!
 
 
 
Para Contribuir depositando na conta :




Caixa Econômica Federal - Agência: 0370 - Operação: 013 - Conta: 00338074-7



Aparecerá o nome Marco Antonio de Moraes e Silva Filho, está correto, quem depositar na CEF pode me enviar um e-mail confirmando e eu enviarei o livro  por e-mail, todos receberão, só peço que esperem um pouco pois dependo de ajuda para encaminhar todos.



Ou se preferir participando da vakinha http://vakinha.uol.com.br/Vaquinha.aspx?e=4705



e-mail:julioalmada@gmail.com


 Um Grande Abraço - Julio Almada


Leiam meus Textos:



http://www.julioalmada.net/

http://www.poemas-mal-ditos.blogspot.com/

http://www.bloguerocoisanenhuma.blogspot.com/

Comments

Popular posts from this blog

O caderno felino do suicida - W. Teca

Posfácio  Julio Urrutiaga Almada  Inevitável, será ou seria, começar esta apreciação, citando ou se exercitando como um felino, depois de tanta embriaguez literária ou à moda Baudelaire, qualquer embriaguez que nos salve desta tacanha quase existência ou reflexão disforme. Mas, nada nos salvará. E acredito que só a felina vontade de impor-se nos impostará a voz até onde seja devido ou buscado. Começo a felinear pelo livro, bem fodido, às 6 da manhã. De quem não deseja oferecer-nos a poesia como comida rápida, devemos esperar Hemistíquios conectando-nos à montanha-russa do poeta feito à forja do dia a dia e respirando tradição que luta para reinventar-se. Nem poeta certificado de escritório, nem transeunte que se esqueceu em alguma esquina já tomada pelos donos da terra. Poesia viva reivindicando soar como música e ser vista como baile. E escuto do Poeta os primeiros versos a girar em meu oficio de leitor:  nunca fui capaz de ter um plano nesta terra redonda e [chata sou a...
Valéria “Parecemos tão livres - e estamos tão encadeados... “ ( Robert Browning) ...a cada dia uma mulher diferente, as pequenas flores circundavam as brancas maiores, pequenas e espiraladas, um estilizar de pétalas imitando o labirinto no vestido. Não há como evitar a ilusão de múltiplos caminhos - de todas as imagens, labirintos: espirais, angulares, retilíneos - detentores de no máximo duas ou três reais saídas, para os começos despercebidos. Sua maneira de ser todas as mulheres que ela era: superava expectativas e barreiras. O cabelo tinha cores metamórficas, brotadas de si mesmo. O tom do corpo era o da sua alma, alçando vôo ou arremessada. Os lábios de mordiscar-se acendiam rubras faces. E não havia movimento de dança mais inusitado do que a forma renovada de suas sobrancelhas. Nela vi e perdi de vista: muitas mulheres. Outonais ou primaveris, escandalizando ou escandalizadas e como não poderia deixar de ser, entre o modo de ninguém e de todas, havia no seu olhar a ...
Historinha Comprei uma flor assassina Dessas que te grudam os espinhos Dessas que te olham de mansinho Dessas que nunca dizem jamais E foi em uma tarde de abril Eu: o homem de outubro Eu que maio esperava Para observar junho. Comprei uma flor assassina Diziam não perca a oferta. E hoje a noite é longínqua. E hoje a flor é incerta. E hoje –o amanhã do ontem- Me olha e me compra. Eu que dizia: não estou à venda. Eu de olhos abertos: Aparo com as mãos cortadas: Meu coração de desertos. Julio Almada do Livro Em um Mapa sem Cachorros Mais textos: www.bloguerocoisanenhuma.blogspot.com