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Lo Que Dicen Ayer me dijeron amor y yo no escuchaba En otro dia la tristeza en otro alegria Cuantas cosas ya fui y ní palabra Hoy solo el recuerdo de tu mirada. Hoy solo ningun dia ní viernes Hoy esa arena triste en que me paro. Si bebo otra água no es nueva Yo que sé lo nuevo de lo viejo Yo que espio la madrugada Y cosecho em la oscuridad El renacer de las tinieblas, La luz semilla de ver com otros ojos Si es Martes o domingo otra historia Soy el hartar del tiempo explotado: Mi corazon, esa aguja, me despedaza. Ningun llorar. Ya no lo siento. Soy lo que me decian tus ojos Soy la mano tocando tu flor Sin cosechar y tengo en La idea, el aroma del intento De ser lo que yo nunca era Verde al mirar el ser de una flor Hambriento tocado por um porvenir Semilla cargando semilla del amanecer Y um hombre besado por su ardor Falta de la falta y ni tanto Pañuelo deshecho en el llanto. Julio Almada In Arde(Poemas de Amor en Español)
Sofri um acidente retornando de um evento na madrugada de 04/01 e passei por uma cirurgia do úmero fraturado em três partes com deslocamento do ombro:Ficarei ainda mais de dois meses com imobilização(estou entrando na segunda fase da recuperação, procedimento de retirada dos fios de aço e fisioterapia) e não poderei participar de eventos que são parte fundamental de meu trabalho. Então, farei uma publicação de um Livro selecionando poemas de vários livros meus e necessito da contribuição de todos para viabilizar isso. Pode contribuir com 5,00 com 10,00 ou mais se quiser. Enviarei um livro poemas mal_ditos ou Em um Mapa sem Cachorros para quem já tiver o mal_ditos por e-mail para todos que contribuirem! Se cada um ajudar com um pouco a meta logo será atingida,poderei enfrentar esse problema que ocorreu e todos poderão conhecer um pouco do meu trabalho recebendo um livro meu por e-mail com custo baixo!       Para Contribuir depositando na conta : Caix...
Como somos Infecundo nó, ou será fecundo, nas entranhas, Da terra fascinante, presa a nós? Corrente medula e somos sós, Milhões de sóis pequenos esfriando. A praia que farol longínquo De asas arenosas, erguidas. Verdes, são os olhos, que busco, Nesse mar de asas arenosas. A praia que lua transposta Fonte de surpresas inacessíveis. Águas ,crateras inexistentes, dos risos, Na distância, de suspiros intransponíveis. A praia que verso carrasco. Areias emigram, assim quero O mar , que deposite, os secretos Mistérios, nos olhos que trago. 1986 Julio Almada do Livro Instantâneo Enlace
Talvez eu não mais a Encontre Talvez eu não mais a encontre e seja desta forma o tempo nosso açoite. Esvaziada a ampulheta tida como minha e a tua ainda siga respirando outros caminhos. Quem sabe a partida ou o esvaziar não seja linha um círculo enredado em nossa forma de avistar os dias. quem sabe eu queira um recomeço e lançe as mãos para contar o tempo com o inverso da ampulheta. Areia e silêncio desenharão o estar de minha mão em teu detido tempo ou no reter da esperança de alheias vidas que interceptam o roçar suave da solidão que tenho na carícia que anseias. 1999 Julio Almada In Livro Instantâneo Enlace
Receba o Livro Em um Mapa sem Cachorros em qualquer lugar do Brasil sem pagar a taxa de entrega: R$ 19,00(para entregas fora do Brasil ou mais de dois livros, consultar). Quer? Mande um e-mail para : julio.almada@hotmail.com Um abraço
Pensamentos Eu queria te dizer sinto saudades: sinto a dor das amarras: Eu queria dizer venhas logo: sinto a dor de que tu és outro: Eu queria te dizer esvoacemos a vida em algures: sinto a dor de que alguém decide. Eu queria te dizer da dor de meu corpo sem o teu: sinto a dor de ser um sem ser dois e ser dois sem nunca ter sido um. Julio Almada do Livro Caderno de Ontem
Castelos inventados e o grito que me acorda “La del alba sería cuando don Quijote salió de la venta tan contento, tan gallardo, tan alborozado por verse ya armado caballero, que el gozo le reventaba por las chinchas del caballo.” Miguel de Cervantes, Don Quijote de La Mancha As miragens no deserto: oásis projetados de água límpida e outras formas de acariciar o sofrimento e a solidão dos peregrinos e fugitivos: Existem antes ou sempre ou quase sempre esse suposto reino dos castelos inventados, onde o futuro do real está condenado se, a imaginação humana e o grito do pássaro que recusamos ser, forem aniquilados e sutilmente impedidos de beber água e beber tempo e dizer: o impossível é só um modo de chamar o imprescindível. Julio Almada In Caderno de Ontem
Mis cuchillos Hay un silencio en esa noche lo quiero reprochar. si nada escucho afuera la bulla de cualquiera adentro de mí está. Julio Almada
Dibujo de una sonrisa La calle, está de tarjetas, poblada De corazones, de materiales diversos Y llaman las olas del tiempo y la voz Del amado y amada. Yo poblado de recuerdos De cenizas hechas alas De corazas de otros miedos Y yo hecho tus ojos A lo lejos. De lábios ya no mios sino tuyos Y besos que huelen a secretos Somos uno en el vuelo Y dos niños jugando al dia En que nos queremos El dia ayer y hoy el dia Huyendo siempre del jamás. Julio Almada In Arde
O silêncio quis revelar seus segredos e, o fez, em 7 horas de um dia. Confessou sua face nas relações ou abismo, amor ou desamor, fim da palavra ou a palavra enfim. O Livro foi escrito em um só dia: 02/12/2005
Arde Arde en mi cuerpo La falta del tuyo. Hierve mi sangre Tus ojos cerrados Cierro los míos Escojo tús labios No los encuentro En dolor me abro Corto los nudos De la soga del tiempo Caigo en el abismo De tu silencio. Amo el amor que me sostiene Brillo en la sombra en que me quiere Arde hoguera no tenerte Cortame rama desearte Lejos mí cuerpo se deshace Al añorarte. Julio Almada en Arde
Medusa queria me Jantar Na minha cabeça tudo fazia qualquer grito inútil. Não tive escolha, muitos já disseram isso e eu não digo, escolhi e me arrependo. Escolhi ser tudo, síndrome do nosso tempo. Contestador e fiscal. E agora, as contas do Mês ou a razão da vez, qualquer crise no eclipse diário. Ela era o eclipse da minha vida, de quando em quando me apagava sempre. O telefone deixou de tocar, não vou atender, deviam ser meus superiores me cobrando postura mais adequada para a profissão que eu exercia, não gostaria de falar nisso agora, aliás naquele momento me trancou a respiração, não poderia falar nada. Os 20 passos até o banheiro foram acompanhados por uma dor aguda e uma loucura crônica.meu amor porque vc fez isso agora, pensei, enquanto a ulcera expeliu sangue suficiente para respingar todos os lados do banheiro e o espelho mostrando os lábios dela que diziam, olha o tecido do vestido que vou usar no nosso casamento.elegante no ve...
De Olho : Embriagado Conheci Junkies on the rocks Que tristes pareciam Na meia-noite do mundo Sem música e poesia Trash on the street E pó de nostalgia Andei mil lábios e nem desfaleci E quando de olhos abertos O mundo parecendo certo Mostrou-me o sangue, o fogo e a flor De pronto era Alice e o país das maravilhas Não passava e eu nem sabia De um conto de fados E uma cama para sempre vazia Na última sessão de fotos Um flash dilacerou Meu coração cansado Conheci Junkies on the rocks Em ruas que não eram minhas Em dias que me caçavam De volta às mesmas esquinas Quando a lua já desistia De iluminar sagas ensandecidas Hoje molho no pão vosso de cada dia Minha pena de securas estarrecidas Meu olho quase morto onze da manhã E alguém à espreita da minha fugitiva vida Um amor verso a verso retalhando Minha dor na qual ninguém mais acredita E os maus mal parando em pé Numa so...
Brilho de uma lua Desnuda a lua? Desnudos, estamos nós, Cobertos de alguns veludos, Tecidos longe da voz, Dos nossos, muitos sentidos. Nudez absoluta, Despidos do que já fomos. Luz seduzida. Réstia sem crisântemos. Nu seria bom, Achar-me, Entre os pertences, Ao qual pertenço. O imenso Que me pertence Ao desnudar-me. Julio Almada do Livro dos Silêncios
Textos no Bloguero: www.bloguerocoisanenhuma.blogspot.com
Paralelepípedos “Não ser amado é uma simples desventura. A verdadeira desgraça é não saber amar.” (Autor desconhecido) Cada um e sua maneira de mostrar-se descontente: de suar a tez incômoda e de contrair a face em gesto distante de um sorriso. Cada um e sua maneira de mostrar-se descontente: de suar a tez incômoda e de contrair a face em gesto distante de um sorriso. Cada um e seu modo de ser muitos, de ser outros e negar-se ser ele mesmo. Cada um e sua maneira de mostrar-se descontente: de suar a tez incômoda e de contrair a face em gesto distante de um sorriso. Cada um e seu modo de ser muitos, de ser outros e negar-se ser ele mesmo. Cada um e sua maneira de mostrar-se descontente: de suar a tez incômoda e de contrair a face em gesto distante de um sorriso. Cada um e seu modo de ser muitos, de ser outros e negar-se sempre . Julio Almada do Livro Caderno de Ontem
Correio Elegante Sinto muito Podes mudar: Tudo. Mas não O que sinto. E sinto, Sinto muito! Quando eu Mudar tudo, Nada, Do que possas mudar: Mudará o que sinto. Julio Almada do Livro Poemas Mal_Ditos
Máculas “A virtude, como os corvos, Faz seu ninho entre ruínas.” Anatole France Mordida de cachorro. Queda de montanha. Acesso de raiva. Queimadura. Agressão por objeto pontiagudo. Raspões. Ação de agentes corrosivos leves. Nenhuma bala havia deixado cicatrizes no meu corpo. A artilharia do destino se muniu de projéteis mais sutis: Desespero. Solidão. Amores camaleões. Rostos fingidos. Com o tempo tornei-me, colecionador de cicatrizes interiores. Julio Almada do Livro Caderno de Ontem
Te vejo aqui na Beira do caminho e te convido para visitar: www.bloguerocoisanenhuma.blogspot.com Um Blog para quem tem o diálogo no corpo!!! Um Abraço
“Ao ler, eu procuro um respiradouro…Se meu olhar escava entre as palavras, é para tentar discernir o que se esboça a distância, nos espaços que se estendem para além da palavra fim” (Calvino, Ítalo. 1999. Se um viajante numa noite de inverno . Trad. N. Moulin. São Paulo: Companhia das Letras). O livro Poemas Mal_Ditos, do poeta Julio Almada proporciona efeitos múltiplos. A cada nova poesia, a dualidade dos sentidos aflora, se avoluma e transborda em seus infinitos significados. A priori, o leitor mais precipitado, ávido por leituras superficiais, pode achar que o livro é construído em torno de clichês cansados. Mas, não se enganem, é ao contrário, construído com fervor, onde a intertextualidade com seus mestres, encena o jogo das palavras da liberdade e dos signos. Em cada verso há um pouco da medula óssea do autor. Suas palavras compõem, decompõem e recompõem sua voz lírica na árdua busca do fazer poético e de si mesmo. A angústia, a dr...